24 outubro 2005

O Outro Lado da Moeda


Em cada encontro buscamos o novo, mas o que fazemos para transformar velhos erros em novas chances?
"Além do horizonte, existe um lugar, bonito e tranquilo, prá gente se amar". Na realidade, além do horizonte, existe Angola...
Clique aqui e reflita sobre todas as diferenças que levam ao caos.

11 comentários:

YoHannah disse...

Tienes razón, allá a lo lejos existe Angola, Niger, Etiopía o las fabelas de Rio de Janeiro... Pero ¿Acaso no saben amar esas gentes por ser pobres? Durante mi estancia en África -cinco años cómo médico- te aseguro que vi cómo sabía amar esa gente y aprendí mucho de ellos, que no por ser ágrafos son tontos.

Por otro lado, no hace falta correr mucho para encontrarte con gente que sabe amar y ama con todo su corazón; la tienes a la vuelta de la esquina.

Un abrazo cálido.

Hannah

Silvio Vasconcellos disse...

Hola, Hannah!

Gracias por sú palabras siempre fuertes y aclaradas.

Si, hay hambre por todo, mismo cerca de nosotros...

Lo que no se puede aceptar más és el silencio.

YoHannah disse...

No, ahora es tiempo de hablar. ¡Qué digo hablar! Es tiempo de alzar con fuerza la voz, con claridad y sin tapujos, con nuestra voz fortalecida por la de tod@s l@s que no la tienen. Y hay que usar palabras fuertes, contundentes, veraces, univocas y constantes. Por eso creé mi Blog, porque nunca me he callado, y ahora que tengo la oportunidad de resonar en todo el mundo, menos aún. Ahí estamos, Silvio: en la brecha de la solidaridad. Imparables.

Un abrazo fraterno.

Silvio.

MN disse...

Obrigado pela preferência, só me posso sentir lisongeado e de forma alguma ofendido por divulgar o meu Blog no seu!!! Felicidades

Anônimo disse...

Silvio, encontrei seu blog pelo link que vi no Carrasco.
Gostei muito daqui e já o coloquei nos meus favoritos.
Parabéns, muito lindo.

Guilhotina

Jean Scharlau disse...

É o horror, não é mesmo Silvio? E o horror que sentimos vem menos de nossa relativa impotência e mais de nossa relacionada quase total indiferença prática, como se a população (olhe os termos indiferentes), as pessoas (melhorou um pouco) para além das grades de nossos condomínios, físicos, de interesses, de sentimentos, fossem hordas de seres em tudo estranhos, em tudo incômodos, portanto em tudo desinteressantes, portanto em tudo esquecidos, portanto preferencialmente ignorados. Costumamos fazer da distância até as misérias mais próximas um intransponível e gelado ou escaldante deserto, e do lado de cá acenamos nossas bandeiras, enviando-lhes sinais de pacificação e consolo - sinais que somente nós mesmos entendemos e somente a nós mesmos confortam, como a droga de uma droga, que nos faz esquecer que é a aproximação, que a ação bem próxima, é o indispensável para o resgate, também da nossa mais preciosa parcela de humanidade. Jean Scharlau. http://jeanscharlau.blogspot.com

Silvio Vasconcellos disse...

Jean, esse teu sentimento é o perfeito reflexo do objetivo desse post.
Visite sempre.
Gostei do teu blog e estou linkando com o meu!

Angela Ursa disse...

Boa noite, Silvio! Vim conhecer sua página. Gostei muito das imagens e dos textos que você escreve :)) Eu já conhecia essa animação sobre o outro lado... É muito forte e faz a gente parar para refletir. Abraços florestais!

Wilton disse...

Bom dia!
Agradeço a sua presença,o comentário feito e a oportunidade de conhecer o seu espaço. Achei muito bom, muito interessante, reúne idéias e artes, em sincronia.Serei um visitante-leitor constante.Seu texto é de boa qualidade. Muito Prazer!Um grande abraço.Colocarei um link de seu blog.

Wilton disse...

Bom dia!
Agradeço a sua presença,o comentário feito e a oportunidade de conhecer o seu espaço. Achei muito bom, muito interessante, reúne idéias e artes, em sincronia.Serei um visitante-leitor constante.Seu texto é de boa qualidade. Muito Prazer!Um grande abraço.Colocarei um link de seu blog.

Zuriñe Vázquez disse...

Me ha conmocionado la exposición de los dos lados. Sin palabras. No te preocupes por tu español, se entiende muy bien. Un abrazo